Prefeito mais louco do Brasil é cotado para vice de João Henrique

O prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro, pode trocar de partido novamente, o PL pelo Novo, e renunciar ao mandato de prefeito para ser candidato a vice-governador na chapa liderada pelo deputado estadual João Henrique Catan (Novo). O prefeito mais louco do Brasil conta com uma extensa ficha policial, desde a falsificação de documento do Detran até violência doméstica contra uma ex-namorada.

Na semana passada, o parlamentar se reuniu com o prefeito e postou nas redes sociais: “Hoje foi o dia mais louco do Brasil na nossa Capital”. A postagem alimentou rumores de que Ferro pode deixar o cargo para a vice-prefeita, Ângela Casarotti Cardoso (PP) para alçar voos mais altos.

Com 1,3 milhão de seguidores nas redes sociais – 1,054 milhão no Instagram e 332  mil no Facebook – Juliano Ferro é canhão na disputa onde os demais candidatos a governador não possuem mais que 200 mil seguidores.

Por outro lado, ele arrasta para a campanha do deputado bolsonarista um currículo que João Henrique não possui. Juliano Ferro já foi flagrado batendo em eleitor com barra de ferro. Neste ano, a ex-namorada registrou boletim de ocorrência por violência contra a mulher e obteve medida protetiva contra o prefeito de Ivinhema.

Ele também foi denunciado pelo Gaeco por ter falsificado documento no Detran para transferir um veículo adquirido de um aposentado em Goiás. A transferência foi feita após a morte do proprietário.

A Polícia Federal apreendeu uma caminhonete do prefeito durante operação de combate ao tráfico de drogas. O prefeito ainda tenta recuperar R$ 79 mil apreendidos durante uma operação contra o crime organizado.

Juliano Ferro ainda é acusado de descumprir ordem judicial que determinou o cancelamento do reajuste de 75% próprio salário, de R$ 35 mil para R$ 19,9 mil. Ele ainda foi condenado por ameaça de morte contra o deputado estadual Renato Câmara (MDB).

O prefeito tem até o dia 4 de abril para renunciar ao mandato e se transferir para o Novo. Ele vai precisar deixar o PL porque o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já antecipou que vai apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

 

 

 

ojc

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