Na tarde desta segunda-feira (6), em Brasília, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), pré-candidato ao Senado, entregaram ao senador Flávio Bolsonaro (PL) um importante diagnóstico sobre o agronegócio brasileiro. O documento, intitulado “Pacto Pelo Desenvolvimento: A Potência do Agro”, tem como objetivo embasar o plano de governo do pré-candidato à Presidência e dar um norte para as políticas públicas voltadas ao setor agropecuário.
O “Pacto Pelo Desenvolvimento” reúne propostas e diretrizes elaboradas por especialistas e representantes do setor agro, destacando tanto os desafios quanto as oportunidades de crescimento e fortalecimento do agronegócio no Brasil. O material destaca a importância estratégica do agronegócio para o país, propondo uma atuação mais integrada e eficiente para impulsionar a economia nacional.
Conteúdo do documento
O diagnóstico ressalta que o agronegócio representa cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, sendo um dos setores mais relevantes para a economia nacional. Além disso, aponta as vantagens naturais do país, como a fertilidade do solo, abundância de recursos hídricos e o avanço tecnológico da agricultura. O documento também destaca o papel do agronegócio na segurança alimentar e seu potencial de contribuir para novas matrizes energéticas.
Riedel, durante a entrega, afirmou que o documento traz diretrizes essenciais que podem ser incorporadas ao futuro plano de governo. “O agro vive um momento difícil, e é fundamental que as soluções venham de quem entende do setor, que está presente no campo, vendo a realidade de perto”, disse o governador.
Recepção de Flávio Bolsonaro
Ao receber o documento, Flávio Bolsonaro destacou a importância de ouvir os agentes do setor produtivo e garantiu que as propostas serão analisadas. O senador enfatizou que o agronegócio será tratado com o devido respeito, afirmando que o setor não será mais “perseguido” e que seu foco será garantir crédito acessível aos produtores. Bolsonaro também mencionou que o agronegócio é um “patrimônio nacional” e que seu papel deve ser central no futuro do Brasil.
gpc
