Eleições 2028: campeões de votos de olho na capital

FADIGA: Ela é maldosa, não respeita nomes e tradição deste ou daquele grupo político – não importa a dimensão do cenário eleitoral. Um exemplo ainda bem recente em nossa memória: em 2.012 Puccinelli era o governador e Nelsinho o prefeito da capital. Apesar do esquema, Bernal venceu Giroto com folga. Foi o esgotamento de um ciclo

CONFIRA: Os percentuais destinados aos poderes na proposta orçamentária do nosso estado em 2.027, passarão a ser os seguintes: 7,3% ao Poder Judiciário; 3,9% ao Ministério Público; 2,9% à Assembleia Legislativa; 2,2% ao Tribunal de Contas e 1,8% para a Defensoria Pública – totalizando 18,1%. Sobra pouco para investimentos.

Bastidores políticos da Capital já começam a se movimentar de olho na disputa de 2030. - (Foto: Reprodução)

“A ELEIÇÃO ACABOU. E o Brasil? Quem venceu precisa compreender que não recebeu um cheque em branco. Governar exige diálogo, responsabilidade e respeito também por aqueles que votaram de maneira diferente. O Brasil dividido, uma vitória eleitoral não autoriza ninguém a tratar metade do país como adversária permanente”. (Mauricio Biagi Filho-empresário)

CAPITAL: As feridas nem bem cicatrizaram e já se questiona quem é quem para as eleições de Campo Grande. Maior colégio eleitoral, é decisivo para o pleito estadual de 2.030. Nos bastidores da Assembleia o assunto envolve deputados, assessores e repórteres. Apesar de alguns costumeiros delírios, vale abordar o assunto.

O PRIMEIRO: O campeão de votos na capital neste pleito foi o Capitão Contar com 281.204 votos, (32,76% dos 512.243 votos registrados. Em segundo lugar Reinaldo com 272.817 votos (31,78%) do total de 903.554 votos.  Integram o Partido Liberal e cada qual com seu projeto de poder. Contar tem respaldo ideológico e Reinaldo investe no municipalismo.

ANÁLISE-2: Rose Modesto; dos seus 124.409 votos – 68.306 votos (54,9%) na capital. Seu partido União Brasil, integra a Federação com o PP de Tereza Cristina. Nestas eleições pediu votos para Flavio Bolsonaro e desagradou antigos simpatizantes da esquerda. Como deputada federal terá maior peso na comissão provisória da federação.

ANÁLISE-4: Caravina é o primeiro deputado interessado nas eleições da capital.   Reeleito com 43.844 votos, ex-prefeito de Bataguassu por duas gestões, presidiu a Assomassul. Visto como arrojado, gosta de enfrentar desafios. Ele integra a Federação PSDB-Cidadania e não esconde o desejo de disputar: Por que não? Nada a perder!

FEDERAÇÕES: As gestões delas funcionam através de comissões provisórias e que estão sujeitas a intervenções pela direção nacional. Seus dirigentes são indicados pelos deputados federais. Partidos com maior número de cadeiras na Câmara, tem mais poder de decisão na escolha dos integrantes destas comissões. É o jogo sendo jogado.

PONTO FINAL: O Código Tributário Nacional completou 60 anos em outubro e deixa aprendizados ao novo sistema tributário. Reduzir o número de tributos não basta se a legislação continuar extensa, fragmentada e complexa. (João Pedro Tavares)

PÍLULAS DIGITAIS:

Paraguai: milagres demais, até o santo desconfia.

Quem pensa, opõe resistência. (Theodor Adorno)

Conselho pra nova geração que vem vindo por aí. Não venham!

E se a Terra for apenas a latrina do Cosmo? (Millôr

Morre-se mais de indigestão do que de fome nos ‘U.S.A’. (John K. Gailbrath)

As pessoas não vão querer pisar em você, a menos que você se deite. (Elmer Wheeler)

Quando nasce um filho, você tem medo de morrer e, quando morre um filho, você em medo de viver. (Fabrício Carpinejar)

Flávio Bolsonaro é o cara. Perdeu aqui e foi ajudar Trump a perder lá. Herói mundial. (Internet)

O grande prestígio da ideia de planejamento no Brasil só foi comparável à extensão de seu fracasso. (Roberto Campos)

Se o dinheiro for na frente, todos os caminhos se abrem. (William Shakespeare).

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