A senadora Tereza Cristina (PP) é cotada para integrar o primeiro escalão no caso da vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL). Ela descarta retornar ao comando do Ministério da Agricultura e Pecuária e pode assumir o Ministério das Relações Exteriores, sonho do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), segundo o portal Metrópoles.
O irmão de Flávio quer assumir o Itamaraty para se vingar da atual diplomacia brasileira e fortalecer os laços com o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos. Nos bastidores, o nome de Tereza é apontado como solução para barrar os radicais.
Já a ex-ministra da Agricultura sonha é com a presidência do Senado. No entanto, o posto também é almejado pelo senador Rogério Marinho (PL), do Rio Grande do Norte, e coordenador da campanha presidencial de Flávio.
Nos bastidores, Tereza é apontada como o melhor caminho para selar a paz entre o Supremo Tribunal Federal, enquanto Marinho lidera a ala bolsonarista disposta a bancar o impeachment de ministros, como Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
Caso a senadora assuma o Ministério das Relações Exteriores, ela abrirá a vaga para o primeiro suplente de senador, Tenente Portela, que ficou em 28º lugar com 4.642 votos e fracassou nas urnas.
Na Agricultura, a Frente Parlamentar da Agropecuária poderá indicaro atual presidente, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos), do Paraná, o ex-governador e senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes, ou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).
O senador Ciro Nogueira (PP), investigado pela Polícia Federal por receber uma fortuna e viajar as custas de Daniel Vorcaro, pode assumir um cargo no Palácio do Planalto, como a Casa Civil ou Secretaria de Governo.
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